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m fortedameiapraiaForte da Meia Praia, também designado por Forte de S. Roque, embora o seu verdadeiro patrono seja S. José, é uma construção de arquitectura maneirista que obedece às novas características da artilharia. Planta quadrangular com rampa de aceso ao terraço. Integrado na rede de fortalezas costeiras construídas a ocidente e a oriente da cidade de Lagos para conter o assédio constante da costa por parte de piratas e corsários.

Hoje situado em pleno areal da Meia Praia – antigamente na foz de uma pequena ribeira, de há muito assoreada – numa zona central da Baía de Lagos, a sua construção remonta à segunda metade do século XVII, revelando uma função de complementaridade em relação ao forte dispositivo militar da cidade de Lagos.

Fonte: CM-Lagos.pt

m fortalezadaluzA fortaleza de Nossa Senhora da Luz é um dos melhores exemplares da arquitectura militar seiscentista existentes no Algarve.

Edificada sobre anterior estrutura fortificada da qual se desconhece a data de construção, a opção pela planta poligonal, de quatro baluartes angulosos, é um modelo aplicado a muitas outras fortificações que testemunham a preocupação das autoridades em defender o território litoral, dos corsários e piratas, das armadas islâmicas, e da vizinhança espanhola, então, pouco amistosa.

Localização: Ponta da Calheta.

Fonte: CM-Lagos.pt

m fonte 8 bicas 5Obra em calcário da autoria de Rui Paula. Representa a antiga Fonte Manuelina que no Século XVI abastecia a população.

Rui Paula foi responsável por um conjunto de intervenções em vários centros históricos do País, nomeadamente em Lagos, onde integrou o Gabinete Técnico Local da Câmara Municipal de Lagos.

Situada na Rua Garrett.

Fonte: CM-Lagos.pt

m faroldapontadapiedadeEste farol costeiro entrou em funcionamento no dia 1 de Julho de 1913, sendo composto por torre de secção quadrada, em alvenaria, com cunhais de cantaria, tendo dos lados leste e oeste anexos de um só pavimento, que constituíam as habitações dos faroleiros.

No interior, ao centro, possui escada de caracol metálica de acesso à lanterna. A torre tinha 9 metros de altura e o aparelho iluminante era de 4ª ordem, de rotação, mostrando grupos de cinco clarões brancos de dez em dez segundos. Por fonte luminosa teve, inicialmente, um candeeiro a petróleo. Em Maio de 1952 seria electrificado, passando a ter um alcance luminoso de 15 milhas, posteriormente aumentado para 18 milhas. Em 1956 foi adquirido novo aparelho de incandescência eléctrica com passagem automática a gás acetileno.

Actualmente funciona exclusivamente a electricidade, estando automatizado. Com a característica luminosa de relâmpagos simples de cor branca e período de 7 segundos, tem um alcance luminoso de 20 milhas.

Fonte: CM-Lagos.pt

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