m museu cera descobrimentos 30O Museu de Cera conta uma emocionante viagem no tempo: a História dos Descobrimentos em 16 cenas, de forma didática mas também divertida, através de um espetáculo temático, desde a Batalha de Aljubarrota, passando pelo Casamento de D. João I e Filipa de Lencastre, a Conquista de Ceuta, Descobrimento do Brasil, Chegada de Vasco da Gama à Índia, entre muitas outras.

Saiba mais em: http://www.museuceradescobrimentos.com

Fonte: CM-Lagos.pt

m museu museologico escravosEm 2009, na zona extramuros da cidade (Vale da Gafaria), a intervenção arqueológica que acompanhou a construção de um parque de estacionamento subterrâneo permitiu identificar uma lixeira da época moderna e, no meio desta, um número significativo de esqueletos humanos (mais de 150) que os estudos vieram a comprovar tratar-se de indivíduos africanos trazidos para Lagos como mercadoria pelas rotas comerciais de escravos e que, por se encontrarem doentes ou moribundos, acabariam por ser inumados/descartados naquele local junto com outros dejetos urbanos. Neste equipamento pretende-se divulgar a ligação de Lagos ao comércio de escravos aqui existente no séc. XV.

Local: Praça do Infante

Horário de Funcionamento:
Terça a domingo | 10h00 – 12h30 / 14h00 -17h30

m forte ao crepusculoTambém conhecido por Forte de Nossa Senhora da Penha de França, Forte do Pau da Bandeira ou Forte do Registo. Construído entre 1680 e 1690, defendia o acesso ao cais e os flancos sudeste e nascente da muralha da cidade, cruzando fogo com o baluarte da Porta da Vila e com o baluarte do Castelo dos Governadores. Concebido, ao tempo, como uma das fortalezas tecnicamente mais avançadas de todo o Algarve, a planta quadrangular, os volumes relativamente baixos e paredes bem grossas nas secções viradas ao mar, evidenciam uma arquitetura militar idealizada para aproveitar a guerra de artilharia. O fosso que envolve o forte é ultrapassado por uma ponte levadiça. As guaritas cilíndricas foram introduzidas pelas campanhas de restauro efetuadas por volta de 1960. No interior, conserva-se uma pequena capela seiscentista forrada a azulejos. É um dos melhores e mais bem conservados exemplares do século XVII existentes em todo o Algarve, constituindo um autêntico ex-líbris das fortificações marítimas da antiga Praça de Guerra em Lagos.

Atualmente funciona no seu interior um polo museológico evocativo da época dos Descobrimentos e salas de exposições temporárias. Na cobertura está patente uma exposição de esculturas do artista plástico lacobrigense, já falecido, José Maria Pereira.

Local: Cais da Solaria

m museuFundado em 1932, por iniciativa do seu patrono, José dos Santos Pimenta Formosinho, o Museu rapidamente se desenvolveu através de esforços conjugados, onde as escavações arqueológicas levadas a cabo pelo fundador se revelaram de extrema importância para o enriquecimento das coleções, bem como as constantes doações de que o Museu foi alvo, e que atualmente fazem do mesmo um museu multidisciplinar.

Possui um vasto espólio, distribuído pelas secções de Arqueologia, Arte Sacra, História de Lagos, Etnografia do Algarve, Pintura, Numismática, Mineralogia e Etnografia Ultramarina. Possui coleções singulares e peças museográficas únicas em Portugal que, por si só, justificam uma visita.

A entrada no Museu faculta o acesso ao interior da Igreja de Santo António, uma autêntica joia da talha dourada barroca em Portugal.

Local: Rua General Alberto Silveira, 8600 Lagos
Tel.: 282 762 301 / 282 770 020 | Fax: 282 782 058
Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

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